sábado, 28 de janeiro de 2012
Me eu.
sábado, 21 de maio de 2011
Púgil.
Me sinto cabra.
Macabra.
Pelada depenada.
De pena de mim.
Que tanto aposto.
Que números não me vêm
e que por isso continuo insípida.
Não me adianta extrusão
Faço parte e farei se não o fizer.
É sina, é a cena que eu corto
na temporização.
Mas não há tempo,
se for pra isso.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Marinheiro
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Sunburn.
Probably because it has mistaken itself.
Stay.
Hold my hand, call me with those sweet whispers and ask me,
the answers remains the same.
I want you now, and for a long time.
I feel my heart implode.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
E se?
O meu ar da graça seria direfente?
E se meus por ques não tivessem sido respondidos?
Eu teria encontrado as respostas certas por mim mesma?
E se as respostas não fossem inteiras perguntas que sufocam?
E se tudo fosse apalpável, alcançável e afável?
Eu seria melhor?
E se eu for esse chimpanzé adestrado, mas ainda andasse em quatro patas, satisfaria a todos?
Se eu sorrir mas estiver matando a facadas cada lábio que me dirige, vão saber?
Se eu pensar, vão saber?
Se eu souber, o que será que vão dizer.
O único problema, é que todas as pequenas coisas, se tornam grandes.
A depender do ponto de vista.
É sempre um fator.
E se tudo explodir?
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Indescrito.
domingo, 17 de outubro de 2010
No espelho brilhante.
A primeira tristeza do dia
é uma porta que se fecha.
E com ela as angústias,
as frustrações,
e a recordação.
De tudo o que se vai manter
Entre quatro paredes.
Sofrendo em silêncio.
Pois o dia acabou.
E tudo o que lhe resta,
É um par.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Protège Moi
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Pois intonation
Um parlepui qualquer que acreditava se dizer,
Um devaneio imenso que a incerteza levou.
E o que é a incerteza? A morte?
E o que eu levo comigo? Anseio ou sorte?
Alegria a minha se eu sei falar,
Eu falo mesmo, e nem preciso ser
Um Don Juan pra acreditar,
Que o que eu digo.
Lá.
terça-feira, 20 de abril de 2010
A Fogo.
Você vai ver que o que sou não depende de mim,
não depende de ti.
Não é nada que se possa mudar.
Você vai me deixar
louca e translúcida
Por respostas que nunca busquei.
Mas a minha ira será amor,
será desconhecida para mim,
e para ti, nada serei.
Pois nunca desejei.
E a minha deixa é essa.
Falhe em tudo o que puder,
Para que eu esteja lá.
Para ti, que nada sou.
E eu estarei.
Mas não serei.
sábado, 17 de abril de 2010
Pra(o) nada.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Still
Are you waiting for the night to fall,
Into your heart and make our souls break down?
Are you waiting for my lungs to shout,
And shot the minutes left we had to
Pray for me, pray for an only feeling.
Pray for ourselves.
To let go whatever we have to
Pray for me, pray for ourselves.
Am I too wrong?
Am I making this seem so strong?
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Verse-moi.
Encontrei a verdade.
Mas tenho medo das mentiras que eu perdi.
Tudo hoje está completo.
E eu me arrependo das coisas que eu pedi.
Como se eu pudesse ter fosse lá um pouco de ti.
Odeio o fato de só a dor me trazer inspiração.
Odeio sentir isso agora.
Ma tendresse.
domingo, 25 de outubro de 2009
Desde.

Uma pitada disso, uma pitada daquilo.
E nada mais era sabido.
Uma revolta foi causada por um motivo tão banal.
Havia aqueles que encontrassem conforto em uma tragada.
Havíamos nós, que não tínhamos noção do efeito causado, mas mesmo assim, tínhamos a noção do motivo e do que nós tínhamos desde o desde.
Que foi o ‘quando’ como nada mais foi.
Só se sabe as ruas percorridas e a sujeira no caminho.
As escadas angustiadas de diversidade, e a minha vontade de estar ‘lá’ mais do que nunca.
Pois eu havia conquistado a desde pitadinha em pitadinha o quando me foi trazido.
Não tenho o orgulho. Tenho o agradecimento das tragadas de um tempo que não quer voltar, mas que tanto mal me fez e aqui estou hoje.
Livre de tantos e feitos.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Torpor
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Soberano.
Eu realmente não reconheço o tão significativo que o azul estampado no alto parece ser.
Eu não conheço nada pois não sei voar.
Eu nunca tive a intenção de desmerecer a imensidão.
Eu nunca sequer quis ser um pássaro.
Mas pensando bem, voar me daria algo que eu nunca soube desfrutar.
Eu quero chegar perto do céu.
Eu agora quero tocar o manto que me cobre e me impede de ver o que há detrás.
Ah, tolice a minha acreditar que há algo além.
O que há além, eu sei onde está.
Eu só não posso tocar.
Não.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Aprendi que o passado tem coisas boas. O passado.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Travei..
Primeiro, acho muito idiota a minha mania de ser absurda, e fazer com que as coisas tenham que ser escondidas de mim pra mim mesma.
Por um momento, eu gostaria de poder ser sincera comigo mesma, e... Não tentar ficar enfiando verdade debaixo dos meus problemas pra parecer normal.
Se isso faz mal aos outros?
They don't give a fuck for me.
CHEGA! Aí sim. Juro que não falo mais nada mesmo, nem pra mim nem pra ninguém.
A minha droga de sinceridade anda me machucando, porque... Eu não estou exigindo nada.
E... Que diabos, meu problema é com minha cabeça, não meu coração!
Eu confundo muito isso, sempre. Por ser irracional, e ser viciada, fato.
Só não sei se eu quero deixar isso pra lá.
Stay with me... this is what I need, please.
A merda que fizeram comigo me deixa tão... solta mas ao mesmo tempo, presa até demais.
Cansei de olhar daqui de cima a minha vida ser pisoteada por aí.
Eu queria muito sair andando pela rua e poder procurar algo que me sirva, mas acho que nem andar na rua eu posso mais, tenho muito medo de ser apedrejada, sabe?
sábado, 8 de novembro de 2008
Palavra, faca, amortecer...

Porque há coisas que dizemos,
Não que eu não queira forçar nada. Só não quero induzir que meus pensamentos me levem a ações.
Prefiro ser um lixo pra mim de que ser para os outros.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Decode.
Esperar que o tempo apague tudo, ou apagar.
Não, não. Tempo nunca deve ser envolvido nisso, pois tempo não cura mágoa. Tempo é tempo, e só passa. Sendo assim, ele afasta-nos do que quer que esteja magoando. E...
É o tempo que me magoa. O tempo que me faz tão incerta dessas batidas aceleradas que meu coração ainda estará longe de ter.
Eu me quero ao seu lado, mas o tempo não. O tempo me quer sofrer.
Mármore, gelo, e sangue. O tempo quer que eu sofra como uma rocha cheia de veias, o tempo quer que eu fique parada lá, só vendo o vento passar, a areia nunca mudar de cor, de intensidade ou lugar.
Agora, repenso. Não me quero ao seu lado, e o que eu mais quero, é que o tempo me esqueça. Bom?
Não.
Nunca é bom, nada nunca é bom o suficiente pra me fazer o quão feliz eu nunca fui (já fui, mas pra nunca mais).
Eu tenho duas opções, ficar e morrer, ou ir e viver.
Segunda opção, falha.
A primeira, sempre falha.
E com a primeira, nunca há segunda.
Se eu sou a primeira opção, não há a segunda, que no caso, é o que eu mais desejo.
O meu bom senso me diz que eu sou só um erro, fatídico como todas as opções de fuga que eu tenho.
Estou fazendo de tudo pra correr pra o lado mais certo de tudo. O lado que me remete.. Ao seu lado.
I think I know... I think I know...

